Psicanálise

DivanA psicanálise auxilia o cliente a partir da investigação do seu inconsciente e subconsciente buscando as causas mais profundas de seus sofrimentos, desconfortos e questionamentos. Embasado nos estudos e experiência clínica dos psicanalistas Freud, Lacan, Jung, Reich e outros grandes nomes desta ciência. É também uma ferramenta importante para quem não tem um problema emocional a ser resolvido mas busca somente aprofundar seu autoconhecimento e aumentar sua lucidez no viver e na interpretação do significado dos sonhos durante o sono.

A psicanálise atual não precisa mais ser praticada como na época de Freud: com o cliente deitado no divã, e quase sem contato visual e feedbacks do terapeuta. A psicanálise foi modernizada de forma a usar toda a teoria da psiquê elaborada por Freud mas agora contando com melhoras significativas e mais humanizadas na dinâmica das sessões. Com o devido e merecido direito, toda questão ou colocação feita pelo cliente em sessão deve ser respondida ou explicada pelo analista, e não mais ser praticado o silêncio que muitas vezes acabava atrapalhando ou desestimulando o cliente a continuar seu processo de autoconhecimento pela psicoterapia.

Apesar de ter usado a foto de um divã para ilustrar esta página, na verdade, trabalhamos sentados em poltronas ou no chão (nas clínicas que tem tatami/EVA), um de frente para o outro, praticando o bate-papo de forma bem leve e informal e ao mesmo tempo profundo e significativo.

Outras características importantes da forma que pratico a psicanálise no consultório:

  • Sem elitismo e plutocracia - a psicanálise não precisa mais se restringir somente aos meios sociais mais ricos e abastados, pratico preços e planos de frequência acessíveis e flexíveis. Atendo pessoas de todas as classes sociais através destas facilidades que disponibilizo.
  • Sem ceticismo - para os primeiros psicanalistas toda forma de expressão religiosa ou espiritual eram tidos como delírios psicóticos de pessoas emocionalmente ou mentalmente desequilibradas. Sou contrário a esta conduta e tenho uma ampla base de formação e busca espiritual universalista. Devotos e praticantes de qualquer crença ou religião, céticos e ateus são bem vindos aos meus atendimentos. O tipo de fé escolhida e praticada pelo cliente não deve ser um empecilho que o distancie dos benefícios da prática de psicoterapia. O psicanalista serve para ajudar e não para condenar as escolhas religiosas de seu cliente.
  • Sem aridez intelectual, frieza emocional e terapeuta com postura arrogante e prepotente como se fosse o dono da verdade - aquela figura tanto retratada nos filmes antigos do psicanalista vestindo terno e gravata, pernas cruzadas e pose de superior e distante do cliente já não é mais suportada pela sociedade. Somos todos pessoas comuns atravessando a experiência da vida neste planeta. A sessão de psicanálise deve ser um bate-papo suave, agradável, acolhedor, esclarecedor e atual com os acontecimentos da vida social.
  • Sem ser invasivo como um inquérito policial - poucas pessoas se sentem confortáveis para um massacre de perguntas muito íntimas, invasivas e constrangedoras sobre a criação recebida dos pais na infância e seus hábitos sexuais. Embora o complexo de édipo seja um herança que ocorre em todas sociedades baseadas no modelo monogâmico, abordar o tema família, infância e sexualidade deve ser feito com bastante leveza e sem grandes pretensões de localizar o culpado pelos sofrimentos do cliente. Família, infância e sexualidade são temas que o cliente deve escolher quando, como e com que profundidade abordar. Psicanalista que enfia o dedo nas feridas emocionais atrapalha mais do que ajuda.
  • Sem terapeuta calado, quieto e mudo - muito frequentemente foi retratado no cinema a figura do psicanalista como um sujeito calado durante a maior parte da sessão e que não conversava com naturalidade com seu cliente, limitando-se a concluir suas sessões com frases ou questões tão enigmáticas que se tornavam incompreensíveis para o cliente. A psicanálise que pratico é repleta de feedbacks e troca contínua, um bate-papo autêntico, natural, honesto e agradável com o fim de proporcionar crescimento através do autoconhecimento ao cliente, com uma ampla troca de insights, percepções e reflexões.
  • Sem tratamento que dura anos - em muitos artigos na Internet menciona-se o fato da psicanálise demorar anos o que tornaria encontrar um terapeuta uma experiência tão complicada como escolher um parceiro(a) para um relacionamento amoroso duradouro ou escolher uma carreira profissional. Pratico um método de terapia em que o cliente é incentivado a ficar na terapia apenas o tempo que ele mesmo julgue o correto e adequado, podendo este tempo se limitar apenas a sessão cortesia, ou a algumas semanas, ou a alguns meses etc. A terapia só deve se estender enquanto faz sentido e esteja sendo benéfica para o cliente que busca crescimento ou acolhimento. Numa terapia as portas do consultório devem estar sempre abertas para o dia em que o cliente deseje encerrar o tratamento e prosseguir com outras formas de desenvolvimento e autoconhecimento: outras terapias, um terapeuta mais novo ou mais velho, um terapeuta do mesmo sexo ou do sexo oposto, uma outra linha de terapia, caminhos através da arte, caminhos através do esporte, de viagens, de cursos, da espiritualidade etc.

Cada sessão dura 55 minutos. O tratamento promove uma ordenação progressiva das questões pessoais do cliente.

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